O que representavam as 10 pragas do Egito e quais são os deuses que estão relacionados com elas?

Para entender sobre esse assunto, é necessário olhar para a cultura dos egípcios, um povo extremamente idolatra, os egípcios seguiam o politeísmo, (Politeísmo é quem acredita em vários deuses). Estas terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, (Faraó era o título atribuído aos reis que se consideravam deuses no Antigo Egito). Porém, poucos conhecem um importante plano de Deus para aquele povo. Além da importante passagem relatada na Bíblia, que é libertação do povo de Israel (escravos do Faraó), as 10 pragas tiveram grande importância sobre os habitantes do Egito. Observando a cultura idolatra dos egípcios vemos que cada praga tem um significado (Rãs, Gafanhotos, Águas em Sangue, Chuva de Pedras…). Deus queria falar algo mais, o Deus de Israel estava se revelando ao Seu povo e ao Império Egípcio. O que poucos sabem é que Deus ao mandar as pragas estava desafiando, confrontando diretamente com os principais ‘deuses’ dos egípcios, mostrando para todos que seus deuses eram falsos, pois eram imagens esculpidas pelas mãos do homem e que não tinham poder para nada. Cada praga era direcionada aos deuses dos egípcios. E cada vez que o faraó recusava-se em libertar o povo judeu do Egito, Deus permitia-lhes uma nova praga.

1.ª PRAGA – ÁGUAS TRANSFORMADAS EM SANGUE:

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“Assim diz o Senhor: Com esta vara que trago comigo vou bater nas águas do rio, e elas se transformarão em sangue “A transformação do Nilo e de todas as águas do Egito em sangue. Os peixes do rio morrerão e o rio ficará cheirando mal, e os egípcios terão nojo de beber água do rio.” (Êx. 7:17-18). E assim todas as águas do Egito (Rios, canais, açudes, lagoas, nas vasilhas, nos tanques de pedras…) viraram sangue impossibilitando os egípcios de beber de seus mananciais, havia sangue no Egito inteiro! – Acreditava-se que o Egito teria vindo do rio Nilo e por isso o transformaram em um deus “Nilo, Hapi – “Hapi deus do Nilo”. Sua figura é a de um homem barbado, com seios pendentes de mulher e uma barriga avantajada, de quem está bem alimentado. O rio Nilo era considerado, para os egípcios um deus protetor das inundações do rio, ele era o rio sagrado dos egípcios, segundo a crença dos egípcios, “Isis e Osires – deuses do Egito”. Abençoavam as colheitas de cereais às margens do Nilo. Sendo assim o Senhor confrontou Hapi transformando sua água em sangue e mostrando quem era o verdadeiro Deus, ao converter a água em sangue, Deus mostrou-lhes que Ele tinha poder sobre o rio e Nilo não pode impedir que as águas apodrecessem e cheirassem mal. A morte dos peixes no Nilo foi também um golpe contra o Egito, pois certas espécies de peixes eram veneradas e até mesmo mumificadas. E assim Deus provou seu poder acima de Nilo, Hapi.

2.ª PRAGA – A INVASÃO DE RÃS:

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“Se você não deixar (o povo de Israel ir embora do Egito), vou encher todos os seus territórios de rãs. O rio transbordará delas. Elas subirão do rio, avançarão pela terra e entrarão na sua casa. Nem nos quartos de dormir vocês terão descanso, pois as rãs entrarão neles e subirão nas camas. Isso também ocorrerá nas casas dos seus oficiais, e avançarão sobre o povo. Entrarão nos seus fornos e nas bacias de amassar pão.” (ÊXODO 8:2-3). A rã era considerada sagrada e segundo a crença egípcia, tais anfíbios eram criaturas ancestrais que emergiram dos abismos quando se formou o universo, passaram a simbolizar fertilidade e do conceito egípcio da ressurreição. “Khnum”, um homem com cabeça de carneiro, era o ‘deus’ que criava os homens em sua roda de oleiro, sua esposa era a deusa “Heqet – A deusa rã”, uma estranha divindade representada por uma rã ou por uma mulher com cabeça de rã, que estava associada à criação e ao nascimento das pessoas, sendo que esse casal segundo a crença assistia aos partos dos seres humanos. Ela transmitia o sopro da vida, antes do feto ser colocado para crescer no útero da mãe, como deusa da água, ela era também uma deusa da fertilidade e, assim, sempre era associada com os últimos estágios do trabalho de parto. Era nesse sentido que suas sacerdotisas, as quais eram treinadas como parteiras, recebiam o título de “Servidoras de Heqet” (Sacerdotisa é a mulher consagrada ao culto de uma divindade/deusa). Para a deusa-rã, “Heqet”, a praga das rãs trouxe desonra a esta deusa. Também havia o deus, “Ator” era o deus sagrado que os protegia de toda e qualquer praga que pudesse atingir o Egito, evitava a devastação das plantações por pragas. Sua aparência era feia, teria a cara de um sapo. Após as pragas o deus que os “protegia”, agora se torna, ele mesmo, uma praga a incomodar os idólatras. E assim Deus provou seu poder acima de Heqet, Khnum e Ator.

3.ª PRAGA – A INVASÃO DE PIOLHOS:

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“Então o Senhor disse a Moisés: Mande Arão (Irmão de Moisés) bater com a vara no pó da terra. Ao fazer isso, o pó vai se transformar em piolhos por toda a terra do Egito. Moisés e Arão fizeram o que Deus tinha ordenado. Assim que o pó da terra foi tocado pela vara de Arão, os homens e os animais ficaram infestados de piolhos. Todo o pó se transformou em piolhos na terra do Egito.” (ÊXODO 8.16-17). Atribuía-se ao deus “Tot – deus do conhecimento e da magia”, ele era representado como um homem com a cabeça da ave íbis ou de um babuíno. Mas este deus não pôde ajudar os magos a refazer a terceira praga, assim como fizeram com as pragas anteriores. A terceira praga resultou em os mágicos/magos reconhecerem a derrota, quando se viram incapazes de transformar o pó em piolhos, por meio de suas artes secretas. “Isso é o dedo de Deus!”, disseram eles (Magos/Mágicos) ao Faraó…” (ÊXODO 8.19). Também foi uma resposta de Deus para os egípcios que adoravam o deus “Geb ou Seb – deus da terra”. Geb é representado na forma de um homem barbado trazendo na cabeça um ganso ou a Coroa Branca com adornos, também era retratado como um ganso, e essa ave era seu símbolo, seu animal sagrado. Os egípcios acreditavam que este deus trazia fertilidade ao solo do Egito. O pó da terra, considerado sagrado no Egito, converteu-se em insetos (Piolhos). Esse pó considerado sagrado agora causava grandes feridas aos egípcios. E assim Deus provou seu poder acima de Geb e Tot.

4.ª PRAGA – A PRAGA DAS MOSCAS: 

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“Em seguida o Senhor disse a Moisés: Levante cedo de manhã e vá encontrar o Faraó na beira do rio, quando ele estiver indo ás águas. Diga a ele: “Assim diz o Senhor: “Deixe o meu povo ir oferecer culto a mim. Se não deixar, vou mandar enxames e mais enxames de moscas sobre você, sobre os seus oficiais e sobre o seu povo. E as casas do seu povo e toda a terra em que vivem os egípcios estarão cheias de moscas.” (Êx. 8:20-21). A linha de demarcação entre os egípcios e os adoradores do verdadeiro Deus veio a ficar nitidamente traçada da quarta praga em diante, pois o povo escolhido de Deus (Israel) não era abatido pelas pragas. O deus “Belzebu ou Escar – deus das moscas, príncipe dos demônios e da pestilência, peste”, ele era invocado para afugentar moscas, esse inseto era abundante no Egito e trazia doenças, eles acreditavam que esse deus os livrava dessas doenças. Enquanto enxames de moscões invadiam os lares dos egípcios, os israelitas na terra de Gósen onde viviam não foram atingidos pela praga. “Mas note bem! Farei com que na terra de Gósen isso não aconteça. As moscas não amolarão os israelitas. Assim você terá de reconhecer que eu sou o Senhor de toda a terra.” (Êx 8:22). E assim Deus provou seu poder acima de Belzebu, Escar.

5.ª PRAGA – PESTE NOS ANIMAIS:

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“Se não deixar e insistir em impedir o povo saiba que o poder do Senhor destruirá seu rebanho, que está no campo. Morrerão os cavalos, os jumentos, os camelos, os bois e as ovelhas. Porque Deus mandará uma praga gravíssima. Mas a praga só atingirá os animais do Egito. Nenhum animal dos israelitas morrerá.” (ÊXODO 9.2-4). Esta peste sobre o gado humilhou “Seráfis ou Ápis”, “deus-boi, ou touro, deus sagrado do gado”, um deus que segundo criam os egípcios protegia os rebanhos, era sempre representado na forma animal, a “deusa-vaca”, “Hator – senhora do céu, alma das árvores”. Representada como uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres, na mitologia esta era deusa do céu e das mulheres. Também era representada por uma mulher usando na cabeça o disco solar entre chifres de vaca, ou uma mulher com cabeça de vaca. E “Nut – deusa-céu”, imaginada como uma “vaca com as estrelas afixadas na sua barriga”. Todo gado do Egito morreu, mas nenhum de Israel foi atingido pela peste e nem morreu. E assim Deus provou seu poder acima destes deuses que não puderam fazer nada para combater esta praga.

6.ª PRAGA DAS ÚLCERAS:

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“O Senhor disse a Moisés e a Arão: “Peguem com a mão cinza de um forno, e Moisés jogará a cinza para o ar, diante do Faraó. A cinza se tornará em pó fino sobre toda a terra do Egito. Esse pó vai produzir tumores que se abrirão em úlceras nos homens e nos animais em todo o Egito.” (ÊXODO 9.8-9). Tumores, feridas sobre os egípcios, nesta praga mostrou que a deusa “Neith ou Neit – rainha do céu do Egito, considerada por eles a criadora do universo”, não tinha poder algum. Era representada como uma mulher com coroa vermelha armada com arco e duas flechas, também foi representada como coruja, abelha, vaca, peixe, com cabeça de leoa, e às vezes dando de mamar a um crocodilo (Sobek). Moisés jogou o pó para o céu que deu um tumor ulceroso na pele do povo que doeu demais. Aqui o verdadeiro Deus, começa a atingir diretamente os corpos (A carne) dos egípcios, imagine a dor e o sofrimento desse povo. Os tumores que se arrebentavam em úlceras terríveis sobre todo o povo, era algo de sobrenatural, e também sobre os animais. Foi também uma afronta para o deus “Tifon”. Tifon era representado como um bicho horrível, definido como tão alto que a sua cabeça batia nas estrelas, os braços enormes bloqueavam os raios do sol, e carvões em brasa saíam da sua boca, havia um dragão de cem cabeças com línguas escuras em seus ombros, e dos seus olhos labaredas. Os egípcios acreditavam que este deus curava doenças bem como úlceras e coisas parecidas. Deus também com esta praga desafiou “Ísis – senhora da medicina, deusa da cura e dos remédios”. Na crença deles essa deusa protegia os egípcios contra qualquer ferida que fosse causada por qualquer coisa. Era representada sob a forma humana, como uma bela e elegante mulher ostentando sobre a cabeça um disco solar ladeado de cornos de vaca (Cornos é espécie de antenas). Israel novamente foi poupado dessa praga.

7.ª PRAGA – GRANIZO OU CHUVA DE PEDRAS OU SARAIVA:

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“Vai continuar desafiando meu poder? Vai continuar proibindo o meu povo, para não deixá-lo ir? Amanhã a esta hora enviarei uma chuva de pedras sobre o Egito. E vai ser terrível! Nunca, em toda a história do Egito, desde que foi fundado, caiu uma chuva tão forte como a que vai cair amanhã.” (ÊXODO 9.17-18) – Saraiva é o mesmo que chuva de pedras. A forte chuva envergonhou os deuses considerados como tendo controle sobre os elementos naturais como “Íris – deusa da água” e “Shu – deus da atmosfera e do ar e o criador do vento”. Ele normalmente é representado como um homem vestindo penas de avestruz em sua cabeça. Ele tipicamente mostra-se com seus braços levantados, ás vezes ele segura um cetro em suas mãos, símbolos do poder e da vida e também frequentemente é mostrado como um leão para igualar-se com a forma leonina de sua esposa. Quando Deus enviou tempestades de granizo sobre os egípcios. Aqueles que atenderam a ordem que Deus tinha dado a Moisés para guardar os seus rebanhos antes da saraiva cair sobre todo o campo, conseguiram salvar seus rebanhos, mas os que não obedeceram perderam todo o seu rebanho. Um golpe contra a também deusa “Serafis – protetora da lavoura do Egito” e “Reshpu, deus que controlava as chuvas, ventos e trovões e desastres ambientais”. O termo trovão em hebraico significa literalmente “Vozes de Deus” e aqui insinua que Deus falava contra aquela nação pagã. No primeiro caso a tempestade de trovões, raios e granizo devastou a vegetação, destruiu as colheitas de cevada e de linho e mataram os animais do Egito, este tipo de tempestade era quase desconhecido do Egito. E tais divindades foram incapazes de proteger o rebanho egípcio.

8.ª PRAGA – INVASÃO DE GAFANHOTOS:

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“Se você não estiver disposto a deixá-lo ir, mandarei nuvens de gafanhotos ao seu território amanhã. Serão tantos que cobrirão a terra, a ponto de não se poder enxergar coisa alguma. Eles devorarão tudo que sobrou dos estragos feitos pela chuva de pedras e todas as árvores que estiverem brotando no campo. Eles vão invadir os seus palácios, as casas dos seus oficiais e todas as casas dos egípcios…” (ÊXODO 10.4-6). A praga dos gafanhotos significava uma derrota dos deuses que, segundo se pensava, garantiam abundante colheita. Deus encheu o ar de gafanhotos, os gafanhotos destruíram todos os campos que restaram depois da praga do granizo. Esta praga atacou o reino vegetal, sendo um castigo terrível, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Eles também idolatravam um “deus” de nome “Serápis – protetor da terra contra os gafanhotos”. Era representado na figura de um homem humano. Lembrando que os egípcios tinham além de Serápis, a deusa “Isis” que protegiam toda a vegetação de suas terras. Mas Deus vem para humilhar esses deuses, destruindo as plantações. Faraó ficou desesperado, rapidamente manda chamar a Moisés e Arão, se humilha diante dos seus servos e já pede a eles que saíssem do Egito com seu povo, mas ele não cumpriu com o prometido e endureceu o coração mais uma vez, impedindo o povo de Israel de saírem do Egito.

9.ª PRAGA – TREVAS:

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“O Senhor disse a Moisés: “Erga a sua mão para o céu, e a terra do Egito ficará na escuridão. A escuridão será tão forte que poderá ser apalpada! Moisés ergueu a mão para o céu, e por três dias houve densas trevas em todo o Egito. Durante esses três dias, as pessoas não podiam ver umas ás outras, e ninguém pôde sair do seu lugar. Mas onde os israelitas moravam não faltou luz.” (ÊXODO 10.21-29). Escuridão total, com esta praga Deus derrubou o deus principal do Egito, “Rá – o deus-sol”. Ele era representado comumente pelo o sol do meio-dia, era considerado um raio do sol petrificado. Na sua forma animal, era nas figuras falcão, leão, gato ou no pássaro Benu. O povo egípcio prestava culto a ele e pensava que a luz vinha desse deus. A palavra Faraó significa sol, o próprio Faraó (rei do Egito) se considerava um deus, era chamado de “O FILHO DE SOL”. Egito ficou nas trevas (sem ver nadinha) durante três dias, mas Israel ficou na luz, para todos os filhos de Israel havia luz nas suas habitações. Simplesmente tremendo!!!! As trevas encobriram o Egito inteiro, menos a terra de Gósen, onde o povo de Israel estava. Um homem não conseguia ver o outro mesmo que estivesse a um palmo apenas na sua frente. Foi um grande golpe a todos os deuses do Egito, especialmente contra o deus Rá por ser o deus solar. E Deus mostrou que essa falsa divindade Rá não tinha vida, mostrando para os egípcios que era mais uma imagem feia por homens de carne e osso, sem espírito e sem poder algum! E envergonhou todos os que nele criam.

10.ª PRAGA – A MORTE DOS PRIMOGÊNITOS:

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“Moisés disse ao Faraó: “Assim diz o Senhor: “Por volta de meia-noite, passarei por todo o Egito. E todos os filhos mais velhos morrerão, desde o filho mais velho do Faraó, que se assenta no seu trono, até o filho mais velho da modesta serva que trabalha no moinho. Até mesmo as primeiras crias dos animais vão morrer.” (ÊXODO 11:4-5). A cegueira do rei anunciou à última e a mais terrível praga que seria a morte de todos os primogênitos do Egito (inclusive entre os animais dos egípcios). A morte dos primogênitos resultou na maior humilhação para os deuses e deusas egípcios. Os governantes do Egito realmente chamavam a si mesmos de deuses, “filhos de Rá”. Depois disto todos souberam que Deus era o Senhor e Seu nome ficou anunciado em toda a terra. Deus destruiu todo deus falso do Egito. Na morte do primogênito Deus mostrou que Ele tem na Sua mão o poder de morte e da vida. O Faraó tinha pretensão de ser adorado, de ser uma divindade. O primogênito era em potencial um faraó, pois era o herdeiro do trono e Deus demonstrou a falsa divindade do Faraó e seu filho. Ao causar a morte dos primogênitos, Deus foi humilhando os deuses do Egito, porém agora Deus tocaria em um “deus” particular daquela nação o Faraó e Deus sábio como é viu que a forma de tocar em faraó seria tocando no seu filho, pois o menino seria naturalmente o seu sucessor no trono. Mas o juízo de Deus iria mais adiante ao permitir que morressem todos os primogênitos, agora em todas as casas dos egípcios havia pranto, pois os seus primogênitos, de homens e animais, estavam agora mortos. A última humilhação de Deus viera, agora, sobre o trono do próprio faraó. Já nas outras casas, digo, nas casas do povo de Israel, como estavam marcadas com o sangue do cordeiro conforme Deus orientou os primogênitos estavam bem e vivos! A morte sobreveio e um grande clamor de desespero ouviu-se por todo o Egito e Moisés e seu povo não somente tiveram permissão para sair, mas praticamente foram expulsos do Egito conforme Deus tinha falado para Moisés. O Egito estava completamente arruinado. E assim Deus mostrou que é o único Senhor o único Deus, que comanda tudo e que está acima de tudo e de todos!

O Senhor Guarda os Seus!

Mesmo dentre estas dez pragas, nem um fio de cabelo de nenhum filho de Israel foi tocado, na décima praga existia a marca do sangue do cordeiro, já simbolizando a marca que cada um de nós teríamos que obter, pois, este sangue esta para todo aquele que Nele crer. O povo de Deus é preservado, quando Deus envia seus juízos sobre os ímpios. O mundo em sua maior parte é como o antigo e porque não dizer o atual Egito (São idólatras), quantos creem em imagens, achando que elas tem vida própria e que podem fazer alguma coisa por sua vida, mas na verdade são como os deuses da antiguidade, nada podem fazer. A expressão “Deus endureceu o coração do Faraó” é da mesma forma que o evangelho endurece o coração do povo atualmente, a culpa não está na mensagem, e sim no povo que rejeita a mensagem.

“(…) Eis que está coberta de ouro e de prata, mas dentro dela não há espírito algum.” (Habacuque 2:19)

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Crédito: Imagem – Arte de Paul Lasaine

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