[Natal] Celebração Pagã – Jesus Não Nasceu Em 25/12!

Mais uma das comemorações inseridas em nossa cultura e que tem sua raiz no Paganismo!

PORQUE UM CRISTÃO AUTÊNTICO NÃO DEVE COMEMORAR O NATAL?

– Na Bíblia Jesus pediu que fosse comemorada sua morte e não seu nascimento!

A Bíblia não diz em nenhuma página que Jesus nasceu em (25 de Dezembro). E a Bíblia não manda celebrar o nascimento de Cristo. Não se sabe a data precisa do nascimento de Jesus, de acordo com o calendário Judaico Jesus nasceu entre Setembro ou Outubro. Os primeiros cristãos (Cristãos Primitivos) não celebravam Seu nascimento porque considerava a comemoração de aniversário um costume pagão.

“Ele tomou um cálice de vinho e, depois que deu graças, disse: “Tomem isto e partilhem entre vocês. Porque eu lhes digo que não beberei do fruto da videira outra vez até que venha o Reino de Deus”. A seguir ele pegou um pão; depois que deu graças partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: “Isto é o meu corpo, entregue por vocês. Comam dele em memória de mim”. Depois da ceia, Jesus tomou o cálice de vinho, dizendo: “Este cálice é a nova aliança do meu sangue, derramado em favor de vocês.” (Lc 22:17,20)

A solicitação de Jesus tem o propósito de nos fazer recordar o que consideramos ser o maior ato de amor jamais realizado por outro ser humano, ou seja, a entrega voluntária da vida do filho de Deus, em sacrifício, para redenção da humanidade.”(…) E o dia da morte é melhor que o dia do nascimento! É melhor estar num velório do que ir a uma festa, pois todos vão morrer um dia, e é bom pensar nisso enquanto ainda há tempo. A tristeza é melhor que a alegria porque o rosto triste melhora o coração. É verdade, o homem sábio está na casa onde há luto, mas o tolo só quer saber de se divertir. É melhor ser corrigido por um homem sábio do que ouvir a canção dos tolos! (Eclesiastes 7:1,5) – NOTEM NESTE VERSÍCULO QUE PARA DEUS O DIA DA MORTE É MAIS IMPORTANTE QUE O DIA DO NASCIMENTO!

Naturalmente que para ‘morrer’ Jesus teria que nascer. Mas enquanto as nações pagãs promovem o nascimento, o cristianismo promove exatamente o contrário. Comemorar a morte parece até incoerente (Contraditória), mas para o homem ‘espiritual’ este entende perfeitamente o seu real significado. A data do dia 25 de Dezembro foi criada por Roma numa “ALIANÇA PAGÔ com o catolicismo no século IV (04).

Panteão e Baal“A data atual [25 de dezembro] foi fixada a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: A festa mitraica, que celebrava o “natalis invicti Solis” (“Nascimento do Vitorioso Sol”) – O que isso significa? Baal era o abominável deus dos cananeus, e seu nome significa “senhor”. Considerado o deus das montanhas, das tempestades e da chuva, ele simbolizava a plenitude da vida. Quando o Império Romano conquistou várias partes do mundo, essa divindade acabou entrando no “Panteão Romano” (O Panteão Romano ou Panteão de Agripa é o único edifício construído na época greco-romana. Desde que foi construído se manteve em uso: primeiro como templo dedicado a todos os deuses do panteão romano e, desde o século VII (07), como templo cristão. É famoso pela sua cúpula). – Ele ainda existe! – Os romanos procuravam “novas experiências espirituais na época”. No seu culto crianças e adolescentes eram sacrificados.

                     Quanto ao Mitraísmo:

MITRA SOLMitra deus indo-iraniano, era muito apreciado no exército romano, onde apenas homens participavam em recintos fechados, grutas, muito comum dentro de Roma (Semelhante á Maçonaria, que faz reuniões secretas). Mitra era adorado como “deus-sol” e comemorado entre os dias 24 e 25 de dezembro, quando, segundo a lenda, teria nascido de uma enorme rocha. Como Baal e Mitra já eram conhecidos dos romanos, o imperador de Roma, estabeleceu, no ano de 273 D.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro – “Natalis Solis Invicti” – que significa: “nascimento do Sol invencível”. Foi a partir desse ponto que todas as forças do paganismo se uniram para atacar frontalmente a igreja do Senhor Jesus, aliciando (Subornando), enganando e infiltrando as doutrinas para dentro da igreja.

O catolicismo romano foi um dos resultados disso. Mas, para que o plano desse certo apareceu Constantino (317-337 D.C.), imperador de Roma, com uma nova maneira de abordar os cristãos. Segundo uma lenda, antes da batalha contra Maxêncio, ele teve uma visão da cruz contra o sol, e uma mensagem que dizia, “com este sinal vencerás”. Constantino era adorador do Sol, porém ele se converteu às vésperas de sua morte, ocorrida em 12 de maio de 337, quando finalmente recebeu o batismo cristão. Ele retardou o ato de seu batismo até as vésperas de sua morte, porque cria que a ato do batismo lavava todos os pecados cometidos anteriormente. (Mas esta é outra história!) Assim que Constantino conseguiu a vitória, aparentemente, apoiou os cristãos e decretou uma Lei, Édito de Milão em 313, dando liberdade de culto aos cristãos e trocando, dessa forma, a perseguição pela tolerância tão desejada. Mas também “estava resolvido a recompensar a religião de seu novo povo de maneira digna de um Imperador Romano”.

Privilégios e grandes somas de dinheiro foram doados às igrejas de todas as municipalidades. Ele “legalizou” o cristianismo perante o mundo pagão, e os cristãos tiveram direito à mesma ISENÇÃO FISCAL, logo então não precisavam mais pagar impostos, assim como era concedido aos de outras religiões. Como adorador do Sol, não resta dúvida da sua influência: Ele fez do dia 25 de Dezembro uma festa cristã, para que se celebrasse o nascimento de Cristo. Ele fez da festa de Mitra, Baal e outros deuses, a festa do nascimento de Cristo. A comemoração do Natal em 25 de Dezembro não foi aceita por todas as igrejas cristãs, justamente por identificar que a festa tinha uma ligação pagã do solstício. “Acaso há notícia que alguma nação tenha trocado os seus deuses? E eles, na realidade, nem sequer são deuses! Contudo, o meu povo trocou a minha Glória por um punhado de deuses nulos e inúteis.” (Jeremias 2:11)

Infelizmente o maior inimigo do ser humano é a sua ignorância. A ignorância tem cegado o entendimento, a lucidez da mente. “Eles estão com o entendimento mergulhado nas trevas e separados da vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, devido ao embrutecimento do seu coração.” (Efésios 4:18). (Embrutecer significa bruto, estúpido)

Deus declara com muita rigidez em sua Palavra as seguintes advertências damente cauterizada, pois hoje vivemos “Na era do…”Isso não tem nada a ver”, e é comum vermos muitas mentes “cauterizadas” – (Que significa mente morta, fechada para o pecado), e a Bíblia relata que nos finais dos tempos será tão comum fazer o que o inimigo quer, que nem mesmo a CONSCIÊNCIA os incomodará. “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão (Abandonaram) alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo “cauterizada” a sua própria consciência.” (1 Timóteo 4: 1,2)

Ouvimos também comentários do tipo: Mas adorar um “deus pagão” era antigamente no atual momento devemos ver como o “aniversário de Jesus” – É preciso entender que Deus não segue a moda, cultura ou costumes. E não muda, embora muitas coisas tenham mudado em nossa sociedade.

É comum também nessa época o seguinte comentário: “Então se eu nasci no dia 25 de Dezembro eu não posso comemorar meu aniversário, pois estaria comemorando o aniversário do deus mitra?”

Entenda que uma coisa não tem nada a ver com a outra!

Uma coisa é você celebrar uma festa pessoal, outra coisa é você celebrar um festejo pagão – Eu posso ter nascido no dia 25/12 e comemorar meu aniversário e não comemorar o aniversário inexistente pagão e idolatra que o homem inventou e adotou dizendo ser cristã. Dá muito bem pra separar as duas coisas, até porque Deus sabe o que realmente está se passando na sua mente e no seu coração. Deus sabe qual é o seu intento (INTENÇÃO) – “não o teria Deus percebido tal afronta? Pois Ele é quem conhece todos os segredos” (Salmos 44:21)

Portanto, o natal é uma festa PAGÃ (Pagão, são pessoas que pertencem a alguma denominação que idolatram outros deuses!) e no caso do natal atual não estão comemorando o nascimento de Cristo, mas sim do deus Mitra, estão celebrando o dia do nascimento do sol! Cada item utilizado na comemoração do natal tem um significado, não tão agradável assim (Papai Noel, Guirlandas, Árvore de Natal). “Vocês acham que, vendo isso, eu ainda deveria perdoar? Seus filhos me abandonaram e adoraram ídolos que não são deuses…” (Jr 5:7)

Vale ressaltar que descobrir a verdade machuca, principalmente quando observamos algo que parece ser tão singelo aos nossos olhos! “Deus punirá o pecado em qualquer situação. Ele castigará os pagãos quando pecarem, embora eles nunca tenham ouvido a respeito da Lei; E Deus castigará aqueles que pecarem sob a Lei; pela Lei eles serão julgados. Porque não são aqueles que ouvem a Lei que são justos aos olhos de Deus; mas os que obedecem á Lei, estes são considerados justos.” (Romanos 2:12 e 13) Pensamos…Jesus teve mais de 30 anos para anunciar ou comemorar seu aniversário, mas sabemos que Ele não deu importância para isso.

Para eles Jesus Cristo é o verdadeiro deus “Sol Invicto”. BOM! ANTES QUE VOCÊ PENSE QUE É INVENÇÃO DA MINHA PARTE, ESTA HISTÓRIA E QUE PENSE QUE ESTOU BLASFEMANDO, segue o link de um vídeo onde um padre da igreja católica afirma e explica claramente sobre o que foi citado acima!

O dia do nascimento de Jesus é o dia em que você entrega seu coração para Ele, é o dia que Ele nasce em seu coração!

ORIGENS DOS SÍMBOLOS NATALINOS

O PAPAI NOEL: Dentre todos os símbolos, este é o que aparentemente não tem ligação com o paganismo das civilizações antigas. A sua criação baseia-se nas lendas sobre Nicolau, um santo do séc. III a IV (03 e 04) da era cristã. bdf787b3a1d9403fd7a8c9081aabb1e7

São Nicolau Taumaturgo foi uma pessoa de carne e osso – um arcebispo turco\bispo católico. Ele costumava ajudar pessoas pobres da cidade de Mira colocando moedas de ouro nas chaminés de suas casas durante a época de Natal. Mais tarde, diversos milagres foram atribuídos á ele. Fazendo-o por se tornar um santo, razão pela qual foi escolhido para dar origem à figura de Papai Noel. Sua imagem como símbolo natalino teve origem na Alemanha, no século XIX devido à influência da Coca-Cola, que na época lançou um comercial do bom velhinho com as vestes vermelhas, a imagem se manteve reforçada por meio da mídia. Portanto ele é considerado um santo na igreja católica!

Outra lenda conta que ele é um Gnomo: O que é Gnomo? O gnomo de acordo com o “dicionário Aurélio” é um demônio da floresta, bochechudo e de barba branca. É um ser gerado através da natureza, e também podem ser chamados de “encantados”. Os gnomos surgiram na mitologia pagã, também chamado de bruxarias, e influenciou diversos países, como a Escandinávia. Na mitologia eles estão ligados a todos os elementos da terra, como água, areia, céu, e também estão presentes no zodíaco, representando alguns signos. Os gnomos são regidos por um rei chamado Ghob, que é chamado durante os rituais. Com as histórias e desenhos, os gnomos acabaram sendo estereotipados como um ser bem pequeno, um anão. Geralmente, além da baixa estatura, eles também são idosos, com barbas brancas e vivem em locais escondidos.

ÁRVORE DE NATAL, SEMÍRAMES E BACOÁRVORE DE NATAL: “Pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.” (Jeremias 10:3,4). Civilizações antigas que habitaram os continentes europeu e asiático no terceiro milênio antes de Cristo já consideravam as árvores como um símbolo divino. Eles as cultuavam e realizavam festivais em seu favor. Essas crenças ligavam as árvores a entidades mitológicas. Sua projeção no sentido vertical como as raízes fincadas no solo, marcava a simbólica aliança entre os céus e a mãe terra. Na Assíria a deusa Semíramis havia feito uma promessa aos assírios, de que quem montasse uma árvore com enfeites e presentes em casa no dia do nascimento dela, ela iria abençoar aquela casa para sempre. Na Roma antiga, os Romanos penduravam máscaras do deus Baco (Baco era o deus do vinho, chamadas bacanais e “Bacanais” quer dizer orgia com muita desordem e tumulto) em pinheiros para comemorar uma festa chamada de “Saturnália“, que coincidia com o nosso Natal.

NINRODES E TOTEMNas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante ao que faz nas atuais árvores de Natal. Tinha também quem evocava “Ninrodes” um mortal que gostava de orgias, inclusive tinha relações sexuais com sua própria mãe (Semíramis). Depois de sua morte prematura, sua “mãe-esposa” espalhou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. A árvore foi plantada em seu túmulo por sua mãe a pedido do próprio Ninrodes. que era adepto do “Totem” uma crença de que espíritos habitavam nas árvores. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.

No início do século XVIII (18), o monge Beneditino São Bonifácio tentou acabar com essa crença pagã que havia na Turíngia, lugar para onde foi como missionário, então com um machado cortou um pinheiro. Como não conseguiu eliminar esta crença entre os povos, ele decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus.

No ocultismo oriental os espíritos são invocados por meio de uma árvore. De acordo com a enciclopédia Barsa, a árvore de natal é de origem germânica, onde adorava-se uma árvore em homenagem ao Deus menino.

“Eles construíram altares idólatras, estátuas e imagens em cada monte e debaixo de cada árvore frondosa. Por toda parte havia prostitutos cultuais nos lugares pagãos de adoração e o povo de Judá ficou corrompido com as práticas detestáveis das nações que adoravam deuses falsos, nações que o Senhor tinha expulsado de diante do seu povo. (I Reis 14:23,24) – (Prostitutos cultuais, está relacionado à idolatria – A Bíblia sempre se refere á idolatria como prostituição, traição, infidelidade)


Guirlanda e deusa Viking FriggaGUIRLANDA DE NATAL: 
É uma coroa de folhas e/ou flores, utilizada para honrar deuses do paganismo. Em todas as culturas, o ato de pendurar a guirlanda na porta é um sinal de legalidade (autorização) para movimentação espiritual. Esse adorno é um símbolo memorial de consagração, utilizado como oferenda, enfeite funeral, adoração ao mundo vegetal, homenagem a vítimas sacrificadas aos deuses, chamada de “adorno de chamamento” (Adorno de chamamento: É porta de entrada de deuses. Razão pela qual, geralmente, é colocada nas portas de entrada). Divindades pagãs utilizavam a guirlanda (ou coroa) em honra a si mesmo (Os deuses Osíris, Osis, Isva, Dionísio, Júpiter, Semíramis, Ninrote, etc) Mais tarde, foi inventado que as ervas utilizadas na formação das guirlandas, protegiam as casas contra bruxas, o que não era muito lógico, uma vez que as próprias bruxas são adeptas aos tais produtos. Em algumas culturas, a coroa ou guirlanda de visco tem significado sexual e está ligado à deusa Viking Frigga, deusa do amor, da fertilidade e da união. O que podia significar que as casas marcadas com guirlandas estavam abertas a “orgias sexuais” (Orgia: Realização de ato sexual entre 5 ou mais indivíduos). As guirlandas, são símbolos da celebração memorial aos deuses, significam um adorno de chamamento e legalidade da entrada de deuses. Então você está chamando e autorizando a entrada destes deuses na sua casa!

A Bíblia nunca anunciou que Jesus pediu guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão, (Ela é uma analogia e referência a deuses e rituais pagãos). A única citação que a Bíblia Cristã faz sobre coroas de material “vegetal” (ramos, folhas, flores, galhos) é com referência aos romanos e judeus em relação a Jesus. Ela foi a coroa feita na crucificação de Jesus, que simbolizou o escárnio (zombaria, menosprezo, desacato) sobre Ele. Nenhuma outra coroa desse tipo é citada\utilizada na Bíblia. Na Alemanha e Escandinávia as pessoas recolhiam folhas de pinheiro em pleno inverno porque eram as únicas que permaneciam verdes. Com elas, preparavam uma guirlanda, que refletia a esperança do retorno do Sol, depois da escuridão do inverno. O formato circular simbolizava o ciclo anual das estações do ano. E velas eram colocadas ao redor, cada uma guardando a promessa de luz e de renovação da vida. Na Escandinávia, mesmo em tempos pré-cristãos, era costume dispor velas em um círculo e acendê-las, as preces eram dirigidas ao deus da luz e pediam que ele fizesse girar a “roda da terra” de volta em direção ao Sol, para que os dias voltassem e a longa noite fosse embora. Dizia a antiga lenda que se as pessoas passassem sob ela atrairá sorte para si. E como é de origem pagã, ela trás os costumes pagãos de adornar (Enfeitar) lugares de adoração para a festividade que se celebrava no mesmo tempo do Natal.

VELAS NATALAS QUATRO VELAS NATALINAS ACESAS: Assim como muitas outras tradições natalinas as velas são de origem pagã. Nas igrejas que tem na sua doutrina comemorar á risca o natal, acendem uma vela em cada domingo durante as quatro semanas que precedem o Natal. As velas acendidas faz renascer o ritual dos cultos ao deus sol, sua origem esta relacionada aos tempos anteriores a Cristo, aos frios e tenebrosos invernos do norte da Europa, quando dentro das moradias se acendiam velas ao “deus sol”, pedindo o retorno de sua luz e de seu calor, e ao seu redor colocavam-se folhas verdes, chamando de volta a primavera.


presepio-natalO PRESÉPIO:
Esta representação foi criada por São Francisco de Assis em 1223 que, em companhia de  Frei Leão e com a ajuda de Giovanni Vellina, montou em uma gruta da floresta na região de Greccio, Itália, a encenação do nascimento de Jesus. Na época já havia 16 anos que a Igreja tinha proibido a realização de dramas litúrgicos nas Igrejas, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição. O povo foi convidado para a missa e ao chegarem à gruta encontraram a cena do nascimento vivenciada por pastores e animais. São Francisco morreu dois anos após, mas os Frades Franciscanos continuaram a representação do presépio utilizando imagens. Sabe-se que imagens construídas por mãos humanas, nos traz em mente um incentivo à idolatria, Jesus não nos mandou fazer isso! “Destruam por completo todos os altares nas altas montanhas, no alto dos morros e debaixo de árvores frondosas, nos quais as nações que vocês estão expulsando adoram seus deuses. Derrubem os seus altares, despedacem as suas colunas (monumentos) e queimem os seus postes-ídolos; despedacem as imagens esculpidas dos seus deuses. Não deixem nenhum rastro dessas coisas!.” (Dt 12:2,3). Não há nenhuma ordenança Bíblica para a realização de presépios!

troca de presentes natalinos

TROCA DE PRESENTES À MEIA NOITE: É mais uma perpetuação do culto a Tamuz, onde as oferendas (presentes) a ele eram colocadas por seus súditos aos pés da tal renascida árvore. E ainda hoje, onde são colocados os presentes de natal? Aos pés da árvore, nada mudou…Na mitologia Romana era a festa da colheita, todos vinham para a rua e traziam seus produtos e havia uma troca de presentes entre os camponeses. Na mitologia significa eternizar o pacto com os “deuses”. Este é o mês em que a obra de Deus mais fica escandalizada. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra, algumas em sabe por que Cristo teve que nascer, morrer e ressuscitar!

CEIA DE NATAL: Um convite à glutonaria nas festas pagãs ao deus-sol o banquete era servido à meia-noite. (Glutonaria é comer em excesso, gula!) E o que vemos por ai? Mesas cheias e pessoas vazias!

Na época do Natal, quando muitas pessoas mostram uma religião superficial e falam sobre um Jesus desconhecido para elas, nós devemos lembrar que é possível ser só cristãos, seguidores de Jesus. Não devemos ensinar ou defender doutrinas de homens. Temos que simplesmente seguir a Jesus e encorajar outros a fazerem o mesmo. Que possamos adorar a Cristo de acordo com a vontade Dele!

Portanto a Bíblia não revela a data do nascimento de Cristo, nem mesmo o número de magos que o visitaram em Belém. As Escrituras não autorizam uma comemoração especial na igreja, nem um dia santo para comemorar o nascimento de Jesus. Evidentemente também a Bíblia não dá aprovação ao materialismo (Comércio) nessa época do ano. O natal de Jesus não tem nenhum sentido profético, pois na verdade todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda a terra já se cumpriram. Agora nossa atenção deve se voltar para sua Segunda vinda!

Jesus nasceu, por um motivo muito bom. Ele veio para salvar-nos do pecado “Que deu a sua vida em resgate por toda a humanidade” (1 Ti 2:6).  Sua grande vitória veio, não com seu nascimento, mas com sua morte e ressurreição. Esta é a vitória que faz nosso Redentor ser digno de toda honra e adoração.

Não podemos nos contentar com as crenças tradicionais e doutrinas humanas, idealizadas á sua própria maneira. Antes, Devemos examinar as Escrituras “Entretanto o povo de Bereia tinha a mente mais aberta do que o de Tessalônica, de modo que ouviram com mais interesse a mensagem. E examinaram dia a dia as Escrituras, para conferir  as declarações de Paulo e Silas, a fim de ver se tudo o que diziam era verdade.” (At 17:11). Temos que aceitar o que é certo e rejeitar o que é errado “Mas ponham à prova tudo e fiquem com o que é bom. Afastem-se de toda espécie de mal.” (1 Tess 5:21,22). Temos que estar certos de que Jesus veio a esta Terra uma vez, e que Ele voltará!

Aproveito para deixar a seguinte reflexão ao cristão: “Ninguém sabe o dia e a hora da volta de Cristo para o ARREBATAMENTO, agora imagina se Jesus resolve voltar bem na hora da virada do dia 24 para o dia 25/12 e você está lá comemorando um festejo pagão e idolatra?”

Portanto, tal festa é uma tradição que NÃO se fundamenta na Palavra de Deus, mas em tradições e ensino dos homens!

Quando se trata de adoração para outros deuses, logo se caracteriza como idolatria!

“Vigiem! Que a minha vinda repentina não apanhe vocês desprevenidos e eu não encontre vocês vivendo á toa, em festas e bebedeiras…” (Lc 21:34)

Deus Abençoe á Todos!

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OBS: Temos respeito por quem não segue a mesma doutrina que os evangélicos, esta matéria se trata de uma exortação (ensinamento), é totalmente baseada na Bíblia e na história da cultura do mundo e tem como finalidade explicar para muitos que tem dúvidas sobre as diferenças de comemoração por ambas as crenças!!!

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[Corpus Christi] Celebração Pagã – Qual seu Significado?

Antes de ler, queremos deixar claro que todas as imagens usadas são para melhor entendimento na “comunicação visual” e não uma adoração. 

Corpus Christi é um nome que vem do latim e significa “Corpo de Cristo”. É celebrado 60 dias após a páscoa, podendo cair entre 21 de Maio e 24 de Junho. A festa é celebrada anualmente, mas não tem um dia fixo, ou seja, sua data é móvel e deve sempre ocorrer numa quinta-feira. Esta Data não está na Bíblia, porque não foi ordenada por Jesus! Festa de comemoração católica, que tem por objetivo celebrar o “MISTÉRIO” da Eucaristia (Eucaristia: É quando através das palavras pronunciadas pelo padre o pão e o vinho se transformam, no corpo e sangue de Cristo), tudo ocorre solenemente, ou seja, são celebrados todos os anos com cerimonias públicas. As tradições muitas vezes, são repetidas, sem o conhecimento dos por quês, principalmente quando se tratam de tradições religiosas.

ORIGEM: Tudo começou em 1243 Liège, na Bélgica, no século XIII, com a freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, onde alegou que teve visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Juliana afirmava que a festa seria instituída para honrar a presença real de Jesus na hóstia, ou seja, o corpo místico de Jesus na Eucaristia (Místico: Que se refere à vida religiosa. Se trata de um fenômeno que ocorre para o catolicismo de forma sobrenatural). Juliana, afirmava que a festa seria instituída para honrar a “presença real” de Jesus na hóstia, ou seja, o corpo místico de Jesus na Eucaristia. Ainda quando era Bispo, o Papa Urbano IV (4) teve conhecimento dessas “Visões” e resolveu estendê-la à Igreja. Através da publicação da bula “Transituru do Mundo”, publicada em 11 de agosto de 1264, Urbano a consagrou em todo o mundo, com a finalidade de “Prestar as mais excelsas honras a Jesus Cristo – Pedir perdão a Jesus Cristo pelos ultrajes (insultos, ofensas) cometidos pelos ateus – E Protestar contra as “HERESIAS” dos que negavam a presença de Deus na hóstia consagrada”. (HERESIA: Que nega ou contrária à doutrina estabelecida)

Conta á história, que existia um sacerdote chamado Pedro de Praga, que vivia angustiado por duvidar sobre a presença de Cristo na Eucaristia. E decidiu ir em peregrinação (caminhada) ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o dom da fé. Ao passar por Bolsena, na Itália, enquanto celebrava a Santa Missa, foi novamente acometido da dúvida e na hora da Consagração veio-lhe a resposta. A hóstia branca transformou-se em carne viva, respingando sangue, manchando seu corpo, e as toalhas do altar sem no entanto manchar as mãos do sacerdote, pois, a parte da hóstia que estava entre seus dedos, conservou as mesmas características. O Papa Urbano IV pediu que os objetos fossem levados para a cidade de Orviedo em uma grande procissão, quando o Papa encontrou a Procissão na entrada de Orviedo, teria então pronunciado diante da relíquia eucarística as palavras “Corpus Christi”, foi nesse momento que a festa de Corpus Christi foi decretada.

A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264. O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas. No Brasil, a comemoração de Corpus Christi chegou com os colonizadores portugueses e espanhóis. A festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília em 1961.

Biblicamente a Ceia é uma ordenança e não uma Eucaristia. (Eucaristia: Significa, Reconhecimento, “Ação de graças”, É a Ceia do Catolicismo, onde através das palavras pronunciadas pelo padre, o pão e o vinho se transformam, no corpo e sangue de Cristo). É uma celebração da Igreja Católica, para lembrar-se da morte e ressurreição de Jesus Cristo, é também chamada de comunhão e a hóstia substitui o pão e o vinho. Antes da comunhão, as pessoas têm que estar livres dos seus pecados, fazendo a confissão para um padre.

Eucaristia610O significado da Eucaristia é receber a hóstia como o corpo de Cristo que Ele ofereceu na cruz, e o vinho é seu sangue derramado para remissão da humanidade, para eles é Jesus corpo e espírito na hóstia.

A Eucaristia é um dos sete sacramentos da igreja católica (Sacramentos: É cada um dos ritos sagrados que segundo o catolicismo foram instituídos por Jesus para, confirmar ou aumentar a graça “graça é favor não merecido”).

Os sacramentos são: Batismo, confissão (reconciliação, penitência), eucaristia, confirmação (ou crisma), matrimônio, ordens sagradas e unção dos enfermos. Para os evangélicos só existem duas ordenanças, dois fatos a serem obedecidos: O batismo nas águas, que vem através do ato de arrependimento e que demonstra ao mundo a nossa separação para Cristo, e a Ceia de Cristo, que é um memorial onde se tem apenas dois elementos (Pão e Vinho), significando o corpo e o sangue de Cristo, pois não é perceptível nenhuma definição bíblica para as outras seis ordenanças que a igreja católica segue!

A igreja evangélica também não festeja o Corpus Christi porque entende que o corpo de Jesus está fisicamente no nosso meio e que devemos lembrar de Jesus todos os dias. JESUS NÃO ESTA MAIS ENTRE OS MORTOS MAS ELE VIVE! A igreja evangélica realiza anualmente/mensalmente para lembrar de Jesus, “A Ceia do Senhor” que é uma comunhão entre os fiéis em memória ao momento em que Jesus deu a vida por nós”, onde o pão e o vinho são uma representação do sacrifício de Cristo, um símbolo, para não nos esquecermos do que nosso Deus fez por nós. O pão é a memória de Cristo, para evangélicos é uma festa de “preceito” (ensinamento; lição), e para os católicos é de “Comparecimento obrigatório.

Vejamos o real sentido da expressão “corpo de Cristo” nas Escrituras Sagradas: A Bíblia esclarece que a igreja forma o corpo de Cristo, ou seja, Cristo é o cabeça e cada membro da igreja forma o corpo de Cristo, pense no seu corpo humano, agora pense nos seus membros (mãos, pés…), é assim que a Bíblia se refere ao Corpo de Cristo, tudo vivo, conectado e ligado á Ele! Para cristãos evangélicos biblicamente, o Corpo de Cristo é a Igreja, ela é a expressão do amor de Deus. “Isso produz harmonia entre os membros, não havendo divisão no corpo. Todos os membros têm o mesmo interesse uns pelos outros. Se um membro sofrer, todos os outros sofrem com ele, e se um membro for honrado, todos os outros se alegram com ele. Eis o que eu estou procurando dizer: TODOS VOCÊS JUNTOS SÃO O CORPO DE CRISTO, E CADA UM DE VOCÊS É UM MEMBRO SEPARADO E NECESSÁRIO DESSE CORPO.” (I Co 12: 25,27)

TRANSUBSTANCIAÇÃO: No inicio do texto está assim “Festa de comemoração católica, que tem por objetivo celebrar o ‘MISTÉRIO’ da Eucaristia, que é quando através das palavras pronunciadas pelo padre o pão e o vinho se ‘TRANSFORMAM’, no corpo e sangue de Cristo”. A Transubstanciação é a transformação de uma substância em outra! O catolicismo romano ensina que na Eucaristia está o mesmo Jesus Cristo que se encontra no céu. Esclarece também que essa mudança, conhecida como transubstanciação, acontece no ato em que o sacerdote durante a missa, pronuncia as palavras de consagração: ‘Isto é o meu Corpo; este é o meu sangue’. E após estas palavras acredita-se que o pão (Hóstia) servido na cerimônia seja o próprio corpo real de Jesus “presença real e substancial de Cristo na Eucaristia”. (Substancial: O que é nutritivo ou tem capacidade de alimentar). A Igreja ensina que há uma transformação da substância (pão e vinho), mas não dos sentidos, ou seja, o odor, sabor, textura permanecem, mas já não são mais pão e vinho e sim corpo e sangue, isso por um milagre de Cristo após citar as palavras que para eles é sagrada.

Quem é contra a transubstanciação diz que essa doutrina é contrária ao bom senso, pois não se pode admitir que o pão e o vinho oferecidos pelo Senhor aos seus discípulos na Ceia fossem a sua própria carne e o seu próprio sangue, ao mesmo tempo em que Ele permanecia em pé diante deles vivo em carne e osso! A razão humana não pode admitir tampouco o pensamento de que o corpo de Jesus, tal qual se encontra no céu, esteja nos elementos da Ceia. “Olhem para as minhas mãos! Olhem para os meus pés! Vocês podem ver que sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como estão vendo que eu tenho!” (Lc 24:39). Não há, nos ensinos de Jesus Cristo, nem nos ensinos apostólicos nenhuma instrução sobre essa “presença mística” (sobrenatural) de Cristo na chamada Ceia do Senhor. É comum também questionarem o catolicismo quanto ao fato de que somente o sacerdote bebe do cálice, se a instrução do Senhor foi: “(…) Bebei dele todos” (Mt 26:27). Logo também se observa que na Ceia foi partilhado o pão e não a hóstia. “De igual modo, ele tomou o cálice de vinho depois da ceia, dizendo: “Este cálice é a nova aliança do meu sangue. Façam isso em memória de mim, toda vez que o beberem”. Porque cada vez que comerem esse pão e beberem esse cálice, estão anunciando a mensagem da morte do Senhor, morte que ele sofreu por vocês. Façam isso até que ele venha.” (1 Co 11:25,26)

deusa ceres e Hóstia

A HÓSTIA: IDOLATRIA/PAGANISMO: Mas de onde surgiu este nome HÓSTIA e qual a história para hoje fazer parte do catolicismo? A hóstia para os católicos é o pão ázimo, ou seja, é a substituta do pão sem fermento (Na verdade para eles ela é um pão). A confecção da hóstia teve sua origem no paganismo, suas raízes, assim como seu nome são de origem pagã. A palavra “Hóstia” vem do latim. Em latim, “hóstia” é praticamente sinônimo de “vítima”. Ao animal sacrificado em honra dos deuses, à vítima oferecida em sacrifício à uma divindade, os romanos (que falavam latim) chamavam de “hóstia” ao soldado tombado na guerra vítima da agressão inimiga, defendendo o imperador e a pátria, sempre a vítima fatal de uma agressão, por conseguinte, é uma “hóstia”. Então estes eram chamados de HÓSTIA! O catolicismo então associou a morte brutal de Cristo as suas doutrinas com a inclusão da hóstia, ela é fabricada com trigo e sempre de forma redonda. Ceres era a deusa das plantas que brotam (particularmente dos grãos), ela tinha doze deuses menores que a assistiam, e estavam encarregues de cuidados específicos da lavoura.Conta-se que a deusa Ceres era adorada como a “descobridora do trigo”, era representada com uma espiga de trigo nas mãos que correspondia à deusa Mãe e seu filho. O filho de Ceres que se encarnou no trigo era o deus Sol. Então perceba que a doutrina católica transformou Jesus em um pedaço de pão de trigo no formato arredondado do sol e cujo ostensório (que vamos explicar logo abaixo) também tem um formato do sol e seus raios solares.

A Igreja Protestante / Evangélica crê que os elementos (pão e vinho) simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, mas não que se transformam no próprio corpo e sangue. O sacrifício de Jesus Cristo (morte na cruz) e depois ressurreição foi único e suficiente.

O catolicismo justifica a festa de Corpus Christi com a Bíblia citando partes dela para manter esta doutrina. Os textos mais frequentes são: (Mateus 26:26,29; Lucas 22:14,20 e João 6:53,56). “Então Jesus disse outra vez: “Com toda a sinceridade eu afirmo: Se vocês não comerem a carne do Filho do homem e não beberem o seu sangue, não terão a vida. Mas todo aquele que realmente come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é verdadeira bebida. Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue está em mim, e eu nele.” (João 6:53,56)

Jesus usou por várias vezes linguagens figurativa (FigurativasMetáforas: Ex: Esse moço é um “GATO!” – Bom é apenas um moço “BONITO”, não necessariamente ele é um animal felino). Assim Jesus também disse “Eu sou a porta”, “Eu sou a videira verdadeira”, e nem por isso compreendemos que Ele seja como uma porta de madeira, ou como uma árvore. Outra expressão figurada usou Jesus na instituição da Santa Ceia, Ele disse, referindo-se ao pão: “(…) Tomai, comei, isto é o meu corpo”. E, referindo-se ao vinho disse: “(…) Isto é o meu sangue” (Mt 26:26,28). Jesus segundo seu costume usou uma linguagem simbólica, que queria dizer: “Este pão que parto representa o meu corpo que vai ser partido por vossos pecados; o vinho neste cálice representa o meu sangue, que vai ser derramado para apagar os vossos pecados.

“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” Ao dizer que o ser humano não viverá apenas do alimento físico (pão), mas também do alimento espiritual (de toda palavra que procede da boca de Deus), Cristo afirma que temos que alimentar nosso espírito com seus ensinamentos. Assim, as palavras de Jesus Cristo sobre “comer sua carne” e “beber o seu sangue” são uma linguagem figurativametáfora, com o significado de que o que alimenta nosso espírito é nossa fé Nele. Quem tiver fé em Cristo, quem viver segundo seus ensinamentos, quem entregar sua vida a Ele, “(…) quem comer este pão viverá para sempre” (João 6:58). A questão básica é que o trigo continua trigo e vinho continua vinho, segundo os originais das Escrituras Sagradas. E a ceia é apenas um “MEMORIAL” onde pão e vinho são usados para exemplificar e lembrar o povo do sofrimento de Jesus na cruz. Quando Jesus mencionou na última Ceia os elementos “pão” e “vinho”, não deu qualquer motivo para se crer na transubstanciaçãotransformação de uma substânciamatéria em outra!

Nosso andar é diário com santidade, pureza, obediência e todas as características que a Bíblia nos recomenda. Todos os dias devemos comer e beber do corpo e do sangue de Jesus que nos limpa de todo o pecado.


ostensório e deus mitra

OSTENSÓRIO: IDOLATRIA/PAGANISMO – Ostensório, Hostiário ou Custódia é uma peça de ouro ou prata usada nos culto e procissão da igreja Católica para transportar á hóstia. Trata-se de uma esculturaimagem semelhante o “SOL”. O catolicismo ensina que se deve ter veneração e respeito por este objeto. Eles acreditam que não se trata apenas de um objeto em si, mas que ali está o Próprio Deus. Ao se passar diante do Santíssimo Sacramento, deve-se inclinar a cabeça em sinal de respeito. A Palavra de Deus nos ensina que tudo o que você se curva e adora se torna o seu deus, e se tratando de objetos se torna idolatria! “Embruteceu-se todo o homem, e não tem ciência; envergonhou-se todo o ourives de imagem de escultura; porque a sua imagem de fundição é mentira, e não há espírito em nenhuma delas” (Jr 51:17) – (Embrutecer quer dizer que ficou ou permanece estúpido, bruto)

Quando a “luz” da Palavra de Deus entra em nosso coração e mente, entendemos que imagem é só mais um produto vendido em qualquer comércio, que se parte ao cair ao chão e que dá lucro apenas para os que os fabricam e comercializam. “Os ídolos são prata e ouro, obra das mãos dos homens.” (Sl 115:4). Se Ele deve ser adorado em espírito e em verdade, então por que adorar em um pedaço de ouro? Deus não está em forma de objeto e nem espiritualmente dentro deles! “Que aproveitará a imagem de escultura, que a esculpiu o seu artífice? A imagem de fundição, que ensina a mentira, para que o artífice confie na sua obra, fazendo ídolos mudos? Ai daquele que diz ao pau: Acorda! E à pedra muda: Desperta! Pode isso ensinar? Eis que está coberta de ouro e de prata, mas dentro dela não há espírito algum.” (Habacuque 2:18,19)

O ostensório usado para transportar a hóstia lembra o “SOL” e não é mera coincidência, o catolicismo cristianizou tudo que era pagão, conhecido como “Sincretismo Religioso”, que quer dizer a mistura de uma religião em outra. Para o catolicismo “Jesus é o deus Mitra” do paganismo, Mitra era adorado como deus-sol, da sabedoria e da guerra na mitologia persa. Representava a luz, significando, literalmente, em persa, “divindade solar”. Era identificado com o sol, viajando todos os dias pelo céu com sua carruagem para espantar as forças das trevas. Mitra nasceu perto de uma fonte sagrada, debaixo de uma árvore sagrada, a partir de uma rocha. Nos séculos III (3) e IV (4) da era cristã, as religiões romanas, identificando-se com o caráter viril e luminoso do deus, transformaram o culto a Mitra no mitraísmo.

Em Roma, foi objeto de culto de alguns imperadores, ao lado do “Sol Invicto”, que significa “SOL INVENCÍVEL”, ambos eram os protetores do Império e a partir do século II, o culto a Mitra era dos mais importantes no Império Romano e numerosos santuários (mitreus), foram construídos. Algumas peculiaridades do mitraísmo foram agregadas a outras religiões, como o cristianismo. Por exemplo, desde a antiguidade, o nascimento de Mitra era celebrado em 25 de Dezembro a mesma data do Natal adotado no calendário atual. Mitra passou a ser “um deus do bem” criador da luz e em luta constante contra a divindade obscura do mal. A igreja católica argumenta com alguns versículos o fato de considerar Jesus o Sol, “Porque o nosso Deus é misericordioso e bondoso, e o sol nascente vai raiar sobre nós…” (Lc 1:78)

Para eles Jesus Cristo é o verdadeiro deus “Sol Invicto”, ele venceu as trevas da morte e reina soberano sobre a vida de todos os homens como a verdadeira Luz do Mundo. “Mas enquanto eu ainda estiver no mundo, eu sou a luz do mundo” (Jo 9:5). BOM! ANTES QUE VOCÊ PENSE QUE É INVENÇÃO DA MINHA PARTE ESTA HISTÓRIA E QUE PENSE QUE ESTOU BLASFEMANDO CONTRA DEUS ÚNICO, segue o link de um vídeo onde um padre da igreja católica afirma e explica claramente sobre o que foi citado acima!

“Então Deus lhes deu as costas e abandonou a todos eles, deixando que servissem ao sol, à lua e às estrelas como deuses deles, conforme foi escrito no livro dos profetas: ‘Foi a mim que vocês ofereceram sacrifícios naqueles quarenta anos no deserto, ó povo de Israel? Não! O interesse verdadeiro de vocês estava nos seus deuses pagãos, em Moloque, na estrela do seu Deus Renfã e em todas as imagens que vocês fizeram para adorar. Portanto, eu enviei vocês para o exílio, para além da Babilônia’” (Atos 7:42,43)

Procissão e deus Freyr

PROCISSÕES: PAGANISMO – O que marca a festa de Corpus Christi são as procissões, quando ocorrem as ornamentações das ruas com tapetes feitos de vários tipos de materiais, como papel, papelão, latinhas de bebidas, serragem colorida, isopor, etc. Desenhos são elaborados nos tapetes com as figuras de Jesus, do cálice da Ceia e virgem Maria. Para o catolicismo o momento mais majestoso é quando o ostensório, onde estão guardadas as hóstias ainda não consagradas, é conduzido nas procissões por um líder da alta hierarquia católica (bispo), para testemunhar e adorar publicamente a veneração para com imagem da Eucaristia. No momento em que o Ostensório HostiárioCustódia passa, um silêncio profundo é observado por todos os presentes e, de uma extremidade a outra, toca-se a sineta que anuncia a passagem do cortejo. As reações das pessoas são as mais variadas, algumas se comovemchoram, outras se ajoelham diante do ostensório, outras querem toca-la. De ponto em ponto, há uma parada, quando, então, se entoam cânticos tradicionais. Segundo a liderança da igreja, os tapetes são feitos para que o Corpo de Cristo possa passar por um local digno. Segundo ensinamento católico a procissão para eles traz a lembrança da caminhada do povo de Israel no deserto, que é peregrino, em busca da Terra Prometida.

No movimento religioso existe a rejeição de muitos no quesito “procissão”, pois seu significado é: Marcha solene (majestosa) em que padres desfilam pelas ruas carregando imagens, seguidos pelos fiéis entoando rezas ou cânticos religiosos.

ALGUMAS FOTOS: Tapetes coloridos / Figuras de Jesus / Em Paris / Em Roma

“(…) nada sabem os que conduzem em “procissão” as suas “imagens de escultura”, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar.” (Is 45:20)

Quando a tradição separa o homem de Deus? Na mitologia nórdica (os povos nórdicos são chamados de escandinavos), existia o deus Freyr ou Frey era um dos deuses mais celebrados, representado como belo e forte que comanda o tempo, responsável pela chuva, pelo brilho do sol e por todos os frutos da terra. É o deus chefe da agricultura e seu nome significa “senhor”. Ele foi responsável por inspirar a tradição de procissões de carruagem. Como deus da fertilidade, a procissão seguia pelos campos, para abençoá-los, e o sacerdote seguia até o templo pisando sobre tapetes de flores, semente e frutos da terra. Tapetes de flores no Festival da Colheita, em honra á Wotan (Odin).“Assim vocês anulam a palavra de Deus, por meio da tradição que vocês mesmos transmitiram…” (Mc 7:13). Para Deus pouco importa se o chão está ou não pintado, bordado, colorido ou se tem centenas de metros de cobertura artística, para Deus o que importa é o “CORAÇÃO”.

Quando o próprio homemlíderes que definem por interesses obscuros, o que deve ser comemorado e não a BÍBLIA, qualquer prática que não esteja estabelecida sobre o alicerce sólido da Palavra de Deus, deve ser examinada e questionada, tanto na sua “extensão” quanto na sua “aplicação” quando o assunto é FÉ e SALVAÇÃO, principalmente quando não se tem coerência nos ensinos Sagrados!

“Se olhei para o sol quando resplandecia ou para a lua, quando se movia gloriosa, e me deixei enganar em segredo, adorando um ou outro, e jogando beijos com a mão para o céu, isso também seria julgado como pecado, merecedor de condenação, porque eu estaria sendo infiel a Deus, que está nas alturas” (Jó 31: 26,28)

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Deus Abençoe á Todos!

OBS: Temos respeito por quem não segue a mesma doutrina que os evangélicos, esta matéria se trata de uma exortação (ensinamento), é totalmente baseada na Bíblia e na história da cultura do mundo e tem como finalidade explicar para muitos que tem dúvidas sobre as diferenças de comemoração por ambas as crenças!!!

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